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quinta-feira, 30 de abril de 2020



Para avançar em cenários desafiadores é preciso se reinventar, e acoplar na sua estrutura novas competências para fazer diferente. Seja a mudança que você quer ver no mundo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O que é BSC - Balanced Scorecard

O que é BSC - Balanced Scorecard: BSC - Balanced Scorecard é uma ferramenta de planejamento estratégico na qual a entidade tem claramente definidas as suas metas e estratégias, visando medir o desempenho empresarial através de indicadores quantificáveis e verificáveis. A metodologia BSC foi inicialmente divulgada no ano de 1992, por Robert S. Kaplan, professor da Harvard Business School e David P. Norton, presidente da Renaissance Solutions, através de um artigo onde definiam parâmetros para avaliação e melhoramento do desempenho das empresas. O método consiste em determinar de modo balanceado as ligações de causa/efeito entre os quatro indicadores de avaliação das empresas, que são: Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os acionistas possam ter melhor rentabilidade dos seus investimentos; Clientes: saber qual o grau de satisfação dos clientes com a empresa; Processos internos: a empresa deve identificar se há produtos com problemas, se foram entregues no tempo previsto e apostar na inovação dos seus produtos; Aprendizado e crescimento: diz respeito à capacidade e motivação do pessoal, e a um melhor sistema de informação na empresa. Na análise do BSC, se os quatros indicadores estiverem aplicados de acordo com os objetivos propostos pela entidade, ou seja, se estiverem equilibrados, significa que a empresa conseguirá ter um melhor desempenho, permitindo a concepção de novas estratégias. O BSC está relacionado com a visão e estratégia de uma empresa, duas áreas fundamentais para que a empresa tenha sucesso. Fonte: https://www.significados.com.br/bsc-balanced-scorecard/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Escritório de advocacia de Dom Pedrito implanta BSC


O Escritório de advocacia Camila Frantz de Faria & Carolina Fontoura com o assessoramento da Luveriaga Consultoria Organizacional implantaram o Planejamento Estratégico para o horizonte de 5 anos utilizando a metodologia desenvolvida por Robert Kaplan e David Norton, o Balanced Scorecard (BSC). O BSC é um painel de controle que permite desdobrar as estratégias em planos de ação, estabelecendo um sistema de indicadores que monitoram a performance do negócio. É um trabalho pioneiro na região, o que demonstra que as proprietárias estão aperfeiçoando seus métodos de trabalho visando a melhoria da qualidade na gestão dos serviços prestados. Na foto, Camila e Carolina apresentam o case do BSC aos alunos do curso SAGS 8 módulos.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A crise brasileira vai atingir a sua empresa?

Atenção! Estudos recentes indicam que apenas 6 pessoas sofrem com a crise econômica: Eu, Tu, Eles, Nós, Vós, Eles.
Não sou economista, nem empresária, não invisto na bolsa de valores, sou apenas uma Brasileira que percebeu como está a economia no nosso País. Aliás, não precisa muito para isso, basta ligar a televisão, navegar na internet, receber as contas no fim do mês, ir ao mercado para saber sobre o cenário econômico, político e financeiro do Brasil. O fato é que isso impacta diretamente em nossa vida, no orçamento, objetivamente falando. A economia mundial está vivendo um momento único na história. Estamos vivendo uma crise causada por outras crises.
O objetivo aqui não é ir a fundo sobre os motivos da crise atual, nem entender os fatores que colaboram para isso, mas sim tentar responder as seguintes perguntas:
De que forma as empresas vão atuar para sobreviver no mercado perante acrise atual? Isso vai afetar sua empresa?
O setor corporativo não pode ignorar a existência da crise, bem como as suas ameaças. A qualidade não pode cair, a não ser que você deseje que a sua empresa também enfrente uma crise.
Mas o que tem a ver a Crise e Qualidade?
A qualidade é uma das maneiras mais importantes de garantir o valor de produtos e de serviços, e ganhar competitividade no mercado diante dos seus concorrentes. O conceito de qualidade avançou bastante, pois antigamente ele restringia-se na identificação de erros e no lado negativo das rotinas, hoje o cenário é outro. Qualidade deve ser vista como um termômetro na sua Empresa, é ela que vai estabelecer pontos de melhoria, sinalizando o que não está bom, o que está e o que pode melhorar. Não é à toa que escutamos cada vez mais sobre Qualidade de um Produto, Qualidade de um Serviço, Qualidade de Ensino, Qualidade de Vida, etc. Com o aparecimento em todos os domínios de produtos cada vez com melhor qualidade, as pessoas adquiriram uma nova cultura e tornaram-se mais exigentes e sensíveis, diferenciando-se de tempos atrás. A qualidade não está só em voga, nem é apenas uma tendência, por isso não devemos nos esquecer do quanto ela é importante para a empresa.
Sendo assim, em meio à crise é latente a necessidade de adotar ações para atrair e conquistar o interesse de clientes potenciais e fidelizar aqueles já conquistados. Mas como?
É preciso ter práticas de gestão que atendam de maneira efetiva a necessidade dos seus clientes. Os clientes já existentes não procuram outra empresa quando estão satisfeitos com o serviço ou o produto que está sendo oferecido, logo a Qualidade é fundamental.
A princípio, é necessário verificar qual é o segmento da sua empresa, no que ela atua, o que você vende. Só assim é possível definir qual abordagem será utilizada. Em suma, gerir com qualidade é ter em mente que deve haver uma busca contínua da satisfação das necessidades dos clientes. A partir do momento em que é implantado na sua empresa um sistema de gestão da qualidade é possível conseguir alguns benefícios, como:
  • Aumentar a satisfação e a confiança dos clientes;
  • Aumentar a produtividade;
  • Melhorar os processos de modo contínuo;
  • Acessar mais fácil novos mercados;
  • Medir a satisfação dos clientes e atuar sobre os resultados;
  • Gerenciar o relacionamento com os clientes.
Portanto,  a gestão da qualidade é uma grande aliada, sendo uma atividade estratégica para controlar uma organização com o intuito de possibilitar a melhoria de produtos/serviços  visando a completa satisfação dos clientes, ou ainda, a superação de suas expectativas.
Porque…
“Gestão e sobrevivência andam lado a lado.” – Joseph Carvalho
A crise vai afetar a todos, isso é fato! Quem vai permanecer de pé vai depender do quanto investiu em maneiras efetivas de manter o negócio sustentável, e aí melhoria contínua e relacionamentos verdadeiros com clientes faz todo sentido.
Conflitos, riscos e problemas podem surgir em quantidade, mas saber geri-los é questão de qualidade. Esteja preparado!
Fonte: http://www.blogdaqualidade.com.br/crise-brasileira-vai-atingir-sua-empresa/

segunda-feira, 2 de março de 2015

As cidades inteligentes exigem um novo modelo de gestão municipal.

CI

Um fenômeno global é a baixa confiança dos cidadãos com seus governos e as finanças públicas sob stress.  Isso resulta em um abismo entre as expectativas dos cidadãos e a capacidade dos governos de identificar e implementar programas para a população. Reforço que o problema atinge vários países, incluindo os Estados Unidos e vários países europeus. No Brasil, esse abismo pode ser maior devido as nossas características culturais e corrupção. Muitos buscam uma resposta dos governos federais, porém a solução está mais próxima do que se pensa, nas prefeituras. Entretanto, os prefeitos devem transformar o modelo tradicional de gestão para atender as novas expectativas dos cidadãos que exigem mais transparência do governo, mobilidade, segurança, saúde, educação e lazer, resultando em melhor qualidade de vida para as pessoas. A proposta é transformar os governos municipais em facilitadores em vez de provedores de soluções, transformando as cidades tradicionais em cidades inteligentes.

Ainda discutimos se os governos devem assumir o comando da infraestrutura e dos serviços ou se devem deixar para a iniciativa privada ou se os próprios cidadãos devem assumir o controle. Parece que a crise econômica e o baixo crescimento das economias estão forçando uma profunda revisão dos modelos de gestão do governo. Os governos municipais são os mais afetados, pois são eles que interagem diretamente com os cidadãos.

Mesmo em mundo ideal sem corrupção, as finanças públicas não conseguirão atender as expectativas crescentes dos cidadãos. A solução é os governos assumirem o papel de facilitadores na criação de plataformas de serviços e tecnológicas para serem exploradas pela iniciativa privada. A demora na adoção desse novo modelo de gestão pública traz prejuízos para os cidadãos, empresas e governo.

Um exemplo é a falta de atuação dos governos municipais na estratégia de redes inteligentes de energia elétrica, o chamado Smart Grid. No Brasil, o modelo de concessões na distribuição de energia permite que as concessionárias definam a tecnologia da infraestrutura de telecomunicações. Desta forma, cada empresa está criando uma infraestrutura própria sem planos de compartilhamento com outros serviços.

Por outro lado, muitos municípios estão implantando projetos de Internet para escolas, bibliotecas, prédios públicos e para os cidadãos, criando plataformas de telecomunicações próprias. Uma alternativa seria que a prefeitura assumisse o papel de facilitador e definisse uma plataforma comum de telecomunicações para compartilhar com todos os serviços, oferecendo esses serviços para as concessionárias de energia, água e gás. Isso permitiria que os investimentos redundantes fossem canalizados para outros projetos para os cidadãos, além de gerar receita adicional aos cofres municipais.


Fonte: https://georgenunes.wordpress.com/2015/02/19/as-cidades-inteligentes-exigem-novos-modelos-de-gestao-municipal/

domingo, 7 de dezembro de 2014

Chespirito - o pequeno Shakespare


Morreu na última sexta-feira (28) aos 85 anos, Roberto Gómez Bolaños, difícil relatar ao certo todas as ocupações do famoso intérprete e criador de Chaves e Chapolin Colorado, mas vamos lá: ator, escritor, comediante, dramaturgo, compositor, diretor de televisão e roteirista, sim Bolaños trabalhou e muito antes de se tornar um fenômeno em audiência que conquista o público de vários países até hoje.
Conhecido como Chespirito (pequeno Shakespeare) devido a sua genialidade e potencial para escrita, Bolaños trabalhou duro antes de obter reconhecimento, e sua trajetória não era enxergada como dura, afinal ele sempre ressaltou que a sua obra era conjunto de diversos aprendizados, ou seja, foi preciso passar por quase todas as áreas do entretenimento para criar com mais eficácia e propriedade.
Olhando a trajetória de Bolaños e comparando com a carreira sonhada por profissionais da atualidade, chegamos a um cenário onde profissionais entram no mercado de trabalho e anseiam por crescimento cada vez mais rápido, promoções, bonificações, enfim, um caminho construído a passos largos.
Estes profissionais se esquecem que junto a grandes passos vem responsabilidades maiores e demandas que só podem ser atendidas por meio de muita experiência. E Roberto Bolaños é um grande exemplo de que a carreira é uma escada em que se deve subir cada degrau com maestria, afinal, ele obteve seu tão desejado sucesso, mas veio após ter grande conhecimento sobre o universo em que atuava.

Bons trabalhos são eternos!

Outra ótima lição que Roberto Bolaños deixou que é coerente com o mundo profissional é: bons projetos não são datáveis. O humorístico Chaves, que é o programa de Bolaños mais conhecido no Brasil, deixou de ser gravado em 1992, há mais de vinte anos. No entanto, o programa faz sucesso até hoje, com isso, pode-se afirmar que um trabalho bem realizado pode render frutos por tempo indeterminado.
Acreditar em si mesmo, enxergar possibilidades e oportunidades onde ninguém mais vê nada também é uma lição que Chespirito deixou e que deve ser aproveitada. “A primeira vez que interpretei Chapolin Colorado tinha 41 anos e depois com Chaves tinha 42. Nunca é tarde para começar. E quero dizer isso especialmente para as pessoas que dizem que não têm oportunidades. Oportunidades SEMPRE existem.” – Roberto Gómez Bolaños.


Fonte: Chespirito: uma lição para qualquer carreira | Portal Carreira & Sucesso

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

7 dicas de organização no trabalho



Quem nunca se viu perdido em meio a tantos papéis, canetas, documentos, lembretes, ligações, agenda cheia, compromissos e mais compromissos? A rotina às vezes pode deixar a desorganização tomar conta do ambiente de trabalho tornando-o improdutivo, além de deixar má impressão.
A organização pode ser uma aliada para o profissional que deseja se destacar, segundo Eliete Teixeira Consultora de Organização e Professional Organizer, ser organizado pode ser um diferencial até para promoções: “Pessoas organizadas são promovidas com mais frequência, pois são em sua maioria menos estressadas, mais produtivas e objetivas”.
Eliete também salienta que pessoas organizadas tendem a ser ótimos parceiros em uma equipe, pois este tipo de profissional otimiza a execução de tarefas e trata de prazos e distribuição de atividades com maestria. Ao contrário dos desorganizados que normalmente possuem dificuldade para achar uma caneta.
A consultora de organização comenta sobre algumas dicas que são essenciais para profissionais que desejam ser mais organizados.

Confira:

1- Para começar o importante é ter critério e não apenas manter arrumado. Elabore um sistema para documentos e objetos, assim saberá onde procurar quando precisar, este sistema fará parte de uma atividade rotineira. Mudar hábitos faz parte da organização.
2- Leve seus hábitos para todos os lugares, pessoas que são organizadas tem o costume de aplicar este método em qualquer ambiente, seja em casa ou no trabalho.
3- Entenda que ser organizado implica em mudança de hábito, atitude comportamental. A organização dá espaço a criatividade e benefícios.
4- Descartar o que não é mais necessário também é importante. Veja se outros colegas necessitam ou se é para jogar no lixo mesmo.
5- Organize a papelada por assunto e monte um arquivo. (defina um dia da semana para  fazer a manutenção deste arquivo).
6- Monte uma agenda de tarefas e compromissos.
7- Faça checklist de suas tarefas. Defina o que é prioridade.

  
Autor: Roni Silva

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão - SAGS

 
Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão em Livramento, RS, utilizando o SAGS, do PGQP, oportunizando que os empresários avaliem o nível de maturidade da gestão e identifiquem oportunidades de crescimento e desenvolvimento dos negócios. Evento gratuito!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Organogramas: como e por que usar?



Os organogramas são gráficos organizacionais que servem para demonstrar informações com muito ou pouco detalhe, isso vai depender do objetivo do mesmo. O motivo de eu falar desse assunto é justamente porque ele não é discutido e isso faz com que não se veja a importância dos seus critérios para atingir os objetivos.

Há 4 tipos de organograma hierárquico: clássico, em barras, circular, em setores ou setograma, radial ou solar. Nesse primeiro artigo falarei do organograma clássico que é o tipo mais comum nas empresas e pode ser feito em 4 tipos de desdobramentos: Horizontal, Vertical, em Lambda e Bandeira, conforme as figuras abaixo.


Horizontal
Ele é muito comum nas empresas, geralmente é o primeiro que a gente pensa quando falamos de organograma, ele expande as funções e hierarquias horizontalmente. Se observar bem, no lado esquerdo tem um quadrinho que está com o contorno tracejado, essa representação é usada quando um departamento está em fase de implantação.

Vertical
Também muito utilizado, esse organograma se expande verticalmente. Interessante lembrar que os quadros e linhas devem obedecer um padrão para não criar dúvidas ao observador, por exemplo, se fizéssemos na coluna do meio o ultimo quadrinho do lado esquerdo do penúltimo quadrinho, o observador poderia se perguntar: “por que só esse está diferente?”. O objetivo do organograma é ser claro, então não misture os tipos, use um só e siga como padrão para seu desenho.
Bandeira
Muito parecido com o organograma Horizontal, o bandeira tem o traço grudado com o quadro, assim parecendo uma bandeira, conforme na figura acima.
Lambda
O desdobramento Lambda também pode ser utilizado de acordo com a decisão do profissional que estará guiando esse projeto.
Obviamente estes tipos de design de organograma devem ser considerados de acordo com a disposição que fique mais clara e também com o espaço disponível para a divulgação, mas antes de qualquer coisa, para elaborar qualquer tipo de organograma você deverá:
Ser claro: nas indicações, títulos
Ser simples: represente o essencial
Ser preciso: deve ser real e atual
Tomar cuidado com o design: um traço mal feito ou uma falta de padrão pode trazer uma interpretação errônea.
Vantagens do Organograma
1.    Ele permite visualizar quem é quem na estrutura organizacional, ou seja, essa constatação de quais cargos, ou funções estão ligadas e quais as suas subordinações.
2.    Possibilita melhor compreensão dos fluxos de autoridade, relacionamentos formais tanto em relação a hierarquias quando a funções.
3.    Quando combinado (ou seja, usado como complemento) com documentações como descrição de cargos, ele pode facilitar a visualização da empresa utilizando as pessoas de forma estratégica dentro da organização.
No geral, seja para representar departamentos, funções ou pessoas,  cuide para que seu organograma esteja atingindo o objetivo dele sendo claro e simples de entender, mas não devemos esquecer que um organograma não atualizado não serve para nada. Estarei falando mais sobre as ferramentas de organizações, sistemas e métodos por aqui, fique ligado!
Autor(es): Monise Carla Bueno

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Veja qual é o custo da qualidade e da falta de qualidade.

 
Custo de um sistema de qualidade X custo da falta de qualidade.

Este vídeo mostra o quanto a falta de qualidade pode gerar prejuízos financeiros e não financeiros para a sociedade. Os exemplos são conhecidos, e os prejuízos também. Uma falha pode gerar prejuízos incalculáveis. Vale a pena esta reflexão.
 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Quem disse que qualidade não faz Dinheiro?

Eu seria suspeito em falar de QUALIDADE por ser minha especialidade, no entanto, podemos observar como inúmeras empresas que aderiram a planos estratégicos de qualidade se projetaram no mercado interno assim como, no mercado internacional.

PONTOS ESTRATÉGICOS QUE DEVEM SER PRIORIZADOS NA QUALIDADE:

– Planejamento com projeção (onde queremos chegar?)
– Motivação dos funcionários para alcançar as metas.
– Despertar no funcionário o que ele ganha atuando com qualidade.
– Encarar os problemas que emergem no dia-a-dia como Oportunidade de melhorias aplicando ações preventivas para erradicá-los do processo.
– Aplicar Ferramentas da Qualidade para controle dos processos: Kanban, 5Ss, Gerenciamento Visual, Métodos de Análise e Solução de Problemas, PDCA, 6Sigma e outros
– Implementar modelos reconhecidos internacionalmente tais como: Modelo de Excelência da Gestão (FNQ/PGQP), ISO 9001, 14000, TS 16949, GMP e outros
– Foco no cliente = Ouvi-lo

É primordial : Acompanhar a evolução da qualidade com dados e fatos .

Além das projeções da empresa no mercado, existe um percentual significativo de redução dos custos internos, devido à redução de desperdícios nos erros potenciais. Os principais desperdícios são: Métodos inadequados, Equipamentos sub ou superdimensionados, matérias-primas e materiais inadequados e qualidade não garantida, mão de obra com baixa qualificação e não comprometida com os objetivos da empresa, ambientes desorganizados que não garantem a acuracidade das informações não garantem a qualidade que o cliente espera.

É importante que tenhamos a consciência que, para sermos competitivos nos dias de hoje temos que seguir essa fórmula:

Produzir + com - = Qualidade
Traduzindo: Fazer bem feito na 1ª vez.

Cada vez que leio um artigo que atesta que qualidade não é um agregado ao processo e ao produto e sim a essência de sobrevivência das empresas, minha autoestima cresce, pois atesta também minha convicção que, qualidade deveria ser seguida como religião; onde "só recebem as graças os que a praticam". Só que lamentavelmente ainda a qualidade é considerada como um automóvel de última geração que está na garagem e não é utilizado por que ninguém sabe dirigi-lo.

Fonte: adaptado de http://www.superiso.com.br/blog_ler.asp?cod=134

domingo, 26 de janeiro de 2014

As 5 perguntas essenciais de Peter Drucker para avaliar os negócios


Pessoal,
                  Esse é um livro que apresenta uma ferramenta de gestão que utiliza 5 perguntas essenciais que toda organização deve estar sempre respondendo em busca da autoavaliação, sejam elas na área de negócios, sem fins lucrativos ou do setor público. São perguntadas apresentadas pelo pai da administração moderna, Peter Drucker.
                  Apesar de parecerem simples, responder a essas perguntas exige profundidade e franqueza, por vezes dolorosa, pois ninguém gosta de enxergar suas próprias fraquezas e deficiências. Aliás, eu costumo dizer que encontrar as perguntas é muitas vezes mais importante do que encontrar as respostas. As 5 perguntas aqui apresentadas são complexas e convincentes, essenciais e relevantes em qualquer época e para qualquer organização.
                  Essa ferramenta de autoavaliação é um método para avaliar o que você está fazendo, por quê você está fazendo e o que precisa fazer para melhorar o desempenho de uma organização. A ferramenta utiliza 5 perguntas essenciais : Qual é a nossa missão? Quem é o nosso cliente? O que o cliente valoriza? Quais são os nossos resultados? e Qual é o nosso plano?

                  Além da apresentação das perguntas segundo a visão de Peter Drucker, o livro conta com a colaboração de mais cinco lideres do pensamento mais respeitados e admirados do nosso tempo : Jim Collins(Qual é a nossa missão?), Philip Kotler(Quem é nosso cliente?), Jim Kouzes(O que o cliente valoriza?), Judith Rodin(Quais são nossos resultados?) e V. Kasturi Rangam (Qual é o nosso plano?).
 
Qual é a nossa missão?
                    Qualquer organização ou individuo existe para fazer diferença perceptível na vida dos indivíduos e na sociedade. Fazer essa diferença é a missão, ou seja, o propósito e a razão de ser da organização, mas para isso ela precisa ter um significado profundo, ser algo em que todos acreditam e buscam alcançar. A responsabilidade da liderança passa a ser certificar-se que todos conheçam, compreendam e, principalmente, vivenciem a missão.
                    Para isso, a declaração da missão deve ser curta e bem focada, além de apontar por quê você faz algo, mas não o meio pelo qual você o faz. Ela deve orientar para fazer as coisas certas agora e no futuro. Ela deve buscar a combinação exata das oportunidades, competência e comprometimento.
                     Importante ressaltar que você deve ter seus princípios (valores) como base para a tomada de decisão. Se houver oportunidades que ameacem a integridade da organização, diga não.
                     Para Jim Collins, responder a essa pergunta é um tiro certeiro na tensão fundamental de qualquer instituição importante : a interação dinâmica entre continuidade e mudança. A missão central deve mudar pouco ou nada com o tempo; e, por outro lado, ela estimula o progresso, a mudança, o aperfeiçoamento, a inovação e a renovação.
 
Quem é o nosso cliente?
                     Quem ficará satisfeito com o fato de a organização atingir resultados? Responder a essa pergunta define quem é o seu cliente como alguém que valoriza o seu serviço, que deseja o que você oferece, que sente que isso é importante para ele, cliente. Definir quem é o seu cliente evita que você disperse energia e diminua o seu desempenho.
                      No entanto, é preciso ter consciência de que clientes nunca são estáticos, pois suas necessidades, desejos e aspirações estão sempre em evolução o que exigirá das organizações preparo para estar sempre se adaptando para evitar ser surpreendido com as mudanças nas necessidades dos clientes, até porque, os clientes estão sempre mais adiantados que você.
                      Kotler lembrou o que Peter Drucker disse há mais de 40 anos atrás : “O propósito de uma empresa é criar um cliente… O único centro de lucro é o cliente.” Para isso, é importante que você reconheça que os clientes de hoje compram cada vez mais com base no valor, e não no relacionamento, principalmente em tempos de Internet, em que os clientes dispões de um número bem maior de informações.
 
O que o cliente valoriza?
                       Essa é uma pergunta tão complexa que só os clientes podem respondê-la. E a primeira regra é que não há clientes irracionais, pois, quase sem exceção, clientes se comportam de modo racional em função da própria realidade e da própria situação. A busca por essa resposta deve ser constante e sistemática. Nessa busca é importante não tirar conclusões a partir de suas interpretações ou visão de mundo.
                        Não é difícil responder essa pergunta quando há real compreensão, mas é uma tarefa árdua. Portanto, pense no conhecimento que você precisa adquirir para, então, escutar seus clientes, aceitar o que eles valorizam como um fato objetivo e certifique-se de que a voz do cliente faça parte de suas discussões e decisões, não apenas durante o processo de autoavaliação, mas continuamente.
                         Jim Kouzes argumentam que todas as ações de líderes exemplares tratam da criação de valor para seus clientes, pois os clientes valorizam um líder e uma equipe que têm a capacidade de escutar e a coragem de desafiar o ambiente “tradicional de negócios”, tudo para melhor atender aos anseios de seus clientes.
Quais são os nossos resultados?
                         Os resultados de qualquer organização são sempre medidos fora da organização em vidas modificadas, no comportamento das pessoas, … . Para isso, é preciso determinar o que deve ser avaliado e julgado e, depois, concentrar recursos para obter resultados.
                          Muitas vezes isso envolve fazer escolhas entre o que deve ser mantido e o que deve ser abandonado. Essa é uma tarefa muito difícil, pois as pessoas estão sempre apegadas ao obsoleto -as coisas que deveriam ter funcionado, mas não funcionaram, as coisas que já foram produtivas e já não são mais. Nesses momentos, a liderança precisa encarar o fato de que o desempenho da organização como um todo não está bom.
                          Judith Rodin argumenta que é importante identificar quais os pré-requisitos para o sucesso da organização e como nossos clientes percebem o nosso trabalho. Ela ressalta a importância de utilizar o erro como instrumento de aprendizado e que a medição de resultados é uma ferramenta de aprendizado, autocorreção, visando atingir resultados pretendidos, determinados.
 
Qual é o nosso plano?
                           O processo de autoavaliação leva a um plano que é um resumo conciso do propósito e da futura orientação da organização. O plano deve englobar missão, visão, metas, medidas, orçamento e avaliação. Para ampliar a missão, deve haver ação hoje e metas específicas para o amanhã. Não se trata de predizer o futuro, mas sim em definir o lugar específico em que você deseja estar e como pretende chegar lá. O planejamento reconhece a importância da análise, da coragem, da experiência, da intuição e até mesmo do palpite. Ele destaca a responsabilidade, e não a técnica.
                            O plano começa com uma missão e termina com medidas e um orçamento. Medidas estabelecem responsabilidades para os objetivos – quem fará o quê e quando – e orçamento compromete os recursos necessários para implementar o plano. Toda pessoa com uma função deveria ter a oportunidade de colaborar com um input.
                             O planejamento costuma ser confundido com a tomada de decisões futuras, mas as decisões só existem no presente. Não se trata de responder o que fazer amanhã, mas sim o que precisamos fazer hoje para alcançar resultados. É um processo continuo de fortalecimento do que funciona e abandono do que não funciona, de tomar decisões envolvendo risco com o máximo conhecimento sobre o seu efeito em potencial, de definir objetivos, elogiando o desempenho e os resultados por meio de feedback sistemático e de fazer contínuos ajustes à medida que as condições mudam.
                            Para V. Kasturi Rangam, planejar é o processo de converter as metas estratégicas ou de missão da organização em um conjunto de programas factíveis e traçar o caminho de como as pessoas dentro da organização atingiriam as metas. Rangam alerta para o erro que se comete ao encarar um plano como algo estático, semelhante ao desenho de uma construção, com todos os detalhes incluídos para a implementação perfeita. Ele deve ser encarado como um processo de execução que é retroalimentado para melhorar a criação de estratégias e a definição de metas. Lideres verdadeiros moldam, orientam, adaptam e aprendem com esse plano.
 
                            Já havia comentado em outros posts sobre a importância do autoconhecimento, não só para as organizações como também para os indivíduos e, também sobre a necessidade de desenvolvermos a competência de nos adaptar as mudanças no ambiente. As perguntas apresentadas no livro são vitais para iniciarmos a jornada do autoconhecimento em busca dos resultados que trarão a verdadeira mudança na vida das pessoas e da sociedade. Para isso é necessário cultivar a divergência dentro das organizações de forma a criar um clima de constante incomodação em busca da melhoria contínua.

Fonte: http://marcelao.wordpress.com/2009/02/26/livro-as-5-perguntas-essenciais/

 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Você entraria em um avião sem um plano de voo? A importância do Planejamento e Orçamento para uma empresa.



Muito antes da decolagem de um avião, o piloto possui em mãos um plano detalhado com as todas as informações necessárias para o voo. A principal delas é o destino. E com base no destino pretendido, outras informações são necessárias e sub-planos vão surgindo. É então traçada a rota, definido a quantidade de combustível necessário, o número de tripulantes para operar a aeronave e atender aos passageiros e assim por diante. Além disto, o piloto tem a sua disposição instrumentos de orientação para auxiliá-lo a se manter na rota definida durante todo o voo.
Mesmo com todos estes procedimentos prévios, não há nenhuma garantia que a rota percorrida será como foi planejada. Podem surgir áreas de instabilidades, ventos fortes, outras aeronaves na rota e uma série de fatores que farão com que o piloto seja obrigado a realizar pequenos desvios e ajustes de curso durante o voo. A única certeza é que o destino estabelecido deve ser alcançado, e para isto o piloto utilizará os instrumentos e habilidades disponíveis para chegar ao destino.
Este paralelo nos ajuda a entender um pouco a necessidade de Planejamento e Orçamento para as organizações em geral. Sem eles, é como se a empresa estivesse voando sem rumo e de olhos vendados.
Ao planejar a abertura de uma empresa, ou mesmo iniciar um novo exercício em uma empresa já existente, é fundamental saber o que esperamos dela, ou seja, qual o destino! Isto pode ser traduzido em termos econômicos com questões simples como “quanto pretendemos faturar“, “qual lucro esperamos ter”, “quanto vamos investir”, “quantas pessoas precisaremos contratar”, “quanto de matéria-prima devemos comprar“, e assim por diante.
Como exemplo do avião, é muito provável que as coisas não saiam exatamente como foram planejadas. Desvios sempre vão existir, mas o importante é ter sempre em mente o destino a ser alcançado. E como para o piloto, as habilidades e experiências adquiridas pelo gestor ao longo do tempo são importantes, mas sem os instrumentos apropriados (Planejamento, Orçamento e Acompanhamento) fica muito mais difícil saber se o avião (empresa) está voando no rumo certo!
E como dissemos no post Previsão de Cenários – Seu Único Diferencial, a habilidade de simular e prever diversos cenários possíveis, aliado a capacidade de reagir de forma ágil quando as coisas não saem como previsto é um importantíssimo diferencial que atualmente pode ser o fator decisivo para levar as empresas ao sucesso ou ao fracasso.
Ferramentas de Planejamento e Orçamento são os instrumentos que auxiliam a sua empresa a estabelecer aonde quer chegar e estimar os recursos necessários para isto (sem que falte ou sobre), e verificar de tempos em tempos se está na direção correta, realizando ajustes sempre que necessário e o mais breve possível. Imagine no exemplo do avião, onde muito combustível representa peso extra, que diminui a velocidade e aumenta o consumo, mas pouco combustível significa que o avião não chegará ao seu destino. Veja que não chegar ao destino não significa que o avião vai cair. Ele pode fazer um pouso de emergência e abastecer, mas isso afetará significativamente os prazos e custos da viagem, o que poderia ser evitado com um pouco de planejamento prévio.
Agora traduza isso para as necessidades comuns em sua empresa, como compra de matéria-prima, ou a necessidade de capital de giro, por exemplo, ou imagine a tripulação como sendo sua equipe produtiva e administrativa, e assim por diante e tente responder a pergunta:
E a sua empresa, possui um plano de voo e instrumentos de navegação apropriados?
Artigo Original : http://www.treasy.com.br/1/post/2013/05/plano-de-voo-a-importancia-do-planejamento-e-orcamento.html?goback=%2Egde_3521520_member_5806751801302622210#%21
Acessado em: 25/12/13
 
 
 
 
 
 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Previsão de Cenários - Seu único diferencial.



Qual o diferencial de sua empresa frente aos concorrentes?

É o preço mais baixo? É o uso de matérias primas de alta qualidade? O atendimento personalizado? A equipe treinada e comprometida? O uso de sistemas informatizados de ultima geração?

Todos estes pontos são sim muito importantes, e não ousaria dizer que seja simples ou fácil atingi-los, porém não podemos classifica-los como grandes diferenciais.

O que impede o seu concorrente de desenvolver processos como os seus e baixar seus preços, utilizar matérias primas do mesmo fornecedor que você, treinar a equipe ou implantar os mesmos sistemas informatizados?

Diferencial é algo que seus concorrentes não possam copiar facilmente, e neste ponto entram a previsão e simulações de cenários! 

No ano do atentado as torres gêmeas, uma das poucas empresas do setor aéreo a registrar lucros foi a EMBRAER, que já nos dias seguintes aos atentados tomou várias iniciativas de forma rápida, como reduzir a força de trabalho e cancelar projetos menos prioritários,  enquanto outras empresas sem saber o que fazer ficaram aguardando por muito tempo para saber como o mercado reagiria, e claro, acumulando prejuízos neste tempo.


No mundo globalizado, conseguir informações atualizadas não é mais um grande problema. E da mesma maneira que sua empresa tem acesso aos mais diversos dados sobre o mercado, seus concorrentes também possuem.

Não há como prever o futuro, porém há como prever situações possíveis e prováveis, tendo planos pré-definidos já prontos para colocar em prática de forma ágil caso uma das hipóteses se concretizem. 

"Se isto acontecer, faço isto".

Esta é uma prática muito comum em diversos setores, como em um exemplo simples, os bombeiros, que não tem como saber onde nem quando um problema acontecerá, mas possuem planos prontos para cada tipo de ocorrência (incêndios, resgates, etc.), tornando o atendimento muito mais rápido. E este tipo de prática pode e deve ser adotada também na gestão.

Portanto, somente as empresas bem organizadas e com a cultura de analisar as informações disponíveis e prever diversos cenários, estando sempre prontas para reagir a mudanças com agilidade se destacarão frente aos seus concorrentes no atual ambiente competitivo.

Fonte:
Adaptado de: http://www.treasy.com.br/1/post/2013/05/previsao-de-cenarios-seu-unico-diferencial.html
Acesso em: 28/12/2013 - 18h58m.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

10 mandamentos do Administrador Moderno

Para se tornar um administrador de sucesso é necessário que se assuma um perfil honesto, otimista, participativo, motivador e sensível a diversidade de problemas que ocorrem em uma empresa. Essa diversidade de problemas é que faz com que ele crie diferentes meios para assim solucionar essas situações, mas nunca esquecendo-se de agir conforme a ética.
Agindo dessa forma o administrador conseguirá administrar com ética, sem conflitos de consciência. E o administrador moderno precisa reunir uma série de qualidades e habilidades para exercer seu papel de forma correta. Ele precisa se destacar e mostrar a que veio, com capacidade de liderança e tomada de decisão.
 
Abaixo, listamos quais são considerados os 10 mandamentos do Administrador moderno. Confira a seleção:
 

10 mandamentos do Administrador Moderno

1º – Velocidade
A única resposta eficaz para as condições do mercado em constante mudança é desenvolver a capacidade de se mover com extrema rapidez. “É preferível estar meio certo e ter agilidade do que estar totalmente certo e atrasado’”.
2º – Gente Excelente
Em tempos de globalização, tudo muda em um ritmo frenético. “O que valia ontem não vale hoje”. Para enfrentar essa situação, é preciso ter funcionários com capacidade de surpreender, de se atualizar, ser criativo, ousado, ágil, e por aí afora.
3º – Abertura
Fornecer informações sempre, transmitir senso de justiça. O Administrador toma decisões justas, não protege um ou outro. Todas as suas decisões e atitudes são transparentes.
4º – Cooperação
O administrador tem que ter habilidade para fazer com que as pessoas acreditem que o interesse delas e o dele é o mesmo. Transmitir segurança, confiança, ser justo, transparente e claro.
5º – Disciplina
Fazer com que as pessoas sob seu comando gostem de executar o que ele quer. Consegue que subordinados queiram ajudá-lo e se sintam realizados com isso, sem reclamar. “Não é fácil mas é possível”.
6º – Boa Comunicação
Passar informações sempre (feedback). Informações podem trazer constantes criatividades e implementações instantâneas, possibilitando que sua empresa chegue aos objetivos esperados.
7º – Relevância de Informação
Fornecer informações e decisões aos funcionários de forma que eles aceitem, não comandados pelo medo, mas sim por acreditar.
8º – Foco no Cliente
O administrador tem que atender o cliente diretamente e observar suas necessidades de forma que você possa traçar o seu perfil, assim você saberá o que é mais aceito por eles e aonde você poderá investir com segurança. Para que isso ocorra, a agilidade e flexibilidade são indispensáveis.
9º – Compartilhar Conhecimentos
O administrador que souber aproveitar o talento coletivo de seus funcionários afastará a concorrência. Use todo o seu pessoal, todas as habilidades, todo o tempo.
10º – Liderança pelo Exemplo
Faça com que todos te observem como exemplo de participação, de apetite pelo risco, do desejo insaciável de ação na sua empresa, não seja superior, haja como se você fosse mais um funcionário.
O administrador do novo milênio é o profissional de hoje que pensa e utiliza as idéias do futuro. Ele busca a motivação ao encontrar um ambiente favorável com autonomia e espaço para a iniciativa, de maneira que possa estar sempre acreditando no que faz. Não é necessário mudar, ou ser uma pessoa diferente e sim, transformar-se numa pessoa melhor.