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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão - SAGS

 
Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão em Livramento, RS, utilizando o SAGS, do PGQP, oportunizando que os empresários avaliem o nível de maturidade da gestão e identifiquem oportunidades de crescimento e desenvolvimento dos negócios. Evento gratuito!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Veja qual é o custo da qualidade e da falta de qualidade.

 
Custo de um sistema de qualidade X custo da falta de qualidade.

Este vídeo mostra o quanto a falta de qualidade pode gerar prejuízos financeiros e não financeiros para a sociedade. Os exemplos são conhecidos, e os prejuízos também. Uma falha pode gerar prejuízos incalculáveis. Vale a pena esta reflexão.
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O que é o Diagrama de Ishikawa?


O Diagrama de Ishikawa foi proposto pelo japonês Kaoru Ishikawa, que foi um engenheiro de controle de qualidade, teórico da administração das companhias japonesas, que viveu entre os anos de 1915 e 1989.



Muitas das ferramentas que existem na indústria são utilizadas para aprimorar e manter a qualidade dos produtos, com o método chamado de Diagrama de Ishikawa não é diferente. A técnica também é conhecida pelos nomes Diagrama de Causa e Efeito, Diagrama Espinha de Peixe ou Diagrama 6M.

Essa é uma ferramenta gráfica que o setor de administração faz uso para que possa gerenciar e fazer o Controle da Qualidade (CQ) em diferentes processos. Como um dos seus nomes diz, o seu principal objetivo é o de identificar quais são as causas para um efeito ou problema.



Para tanto, existe a divisão 6 M´s, que enumera onde os problemas de um processo podem estar:

Mão de obra: quando um colaborador realiza um procedimento inadequado, faz o seu trabalho com pressa, é imprudente, etc.

Material: quando o material não está em conformidade com as exigências para a realização do trabalho.

Meio ambiente: quando o problema está relacionado ao meio externo, como poluição, calor, poeira, etc., ou mesmo, ao ambiente interno, como falta de espaço, dimensionamento inadequado dos equipamentos, etc.

Método: quando o efeito indesejado é consequência da metodologia de trabalho escolhido.

Máquina: quando o defeito está na máquina usado no processo.

Medida: quando o efeito é causado por uma medida tomada anteriormente para modificar processo.

A partir de então, é preciso que os envolvidos comecem a avaliar quais as causas do problema, levando em consideração os 6 M’s. Para tanto, se usa o desenho de uma espinha de peixe, onde o problema deve ser escrito dentro da cabeça do peixe e suas causas ao longo da espinha.

É preciso identificar e separar as possíveis causas como principais, secundárias, terciárias, etc. A equipe que participa do método Diagrama de Ishikawa deve ser estimulada a pensar: “O quê?”, “Por quê?”, “E o que mais?”.

Depois de serem analisadas as causas do efeito indesejado, é necessário buscar soluções, uma por uma, destinando sempre uma pessoa que fique responsável pela solução do problema identificado. Quando o problema for resolvido, a equipe de reúne novamente e cada pessoa deve explicar que atitudes foram tomadas para a resolução do efeito.
Como surgiu o Diagrama de Ishikawa
O Diagrama de Ishikawa foi proposto pelo japonês Kaoru Ishikawa, que foi um engenheiro de controle de qualidade, teórico da administração das companhias japonesas, que viveu entre os anos de 1915 e 1989. Na década de 60, ele trouxe à tona o método que serviu como uma das ferramentas da qualidade mais utilizada pelas empresas do mundo todo.
Embora o surgimento do método tenha originalmente tido o objetivo de identificar as causas dos problemas no processo de fabricação de um produto, ao longo dos anos de aplicação foi constatado que o Diagrama de Ishikawa pode ser utilizado em qualquer tipo de problema organizacional.
Ishikawa observou que, embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos com essa ferramenta, pelo menos 95% alcançariam resultados satisfatórios ao serem analisadas através da espinha de peixe.
Para que serve a espinha de peixe
 
 
O Diagrama de Ishikawa serve para que os envolvidos na solução de um processo industrial consigam visualizar melhor o efeito indesejado ocorrido e as suas possíveis causas. Além disso, a ferramenta também estrutura de forma hierárquica as causas em potencial, bem como as oportunidades de melhoria.
Essa ferramenta também compõe um planejamento ainda maior dentro de uma indústria, integrando uma das sete ferramentas do Planejamento da Qualidade, todas desenvolvidas por Ishikawa. Elas, por sua vez, alcançaram maior sucesso ao participarem da instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ), que saiu do oriente e hoje é aplicado em todo o mundo.
Onde é usado o Diagrama de Ishikawa
Depois de sair do Japão, o Diagrama de Ishikawa entrou na rotina de muitas empresas, em especial, as grandes corporações, que buscam a melhoria contínua e que vão além dos padrões convencionais de qualidade.
Fonte:
Acesso em 03/11/2013.
 
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Planejamento Estratégico: do papel para a prática

O que pode ter dado errado quando o planejamento estratégico não sai do papel?


Pesquisas de mercado, definição de missão, valores, objetivos, análise SWOT. Todas as etapas para elaboração do planejamento estratégico da empresa foram seguidas à risca, mas agora, um ano depois, se percebe que as mudanças ali previstas continuam somente no papel. Mas, o que deu errado? Grandes e até mesmo médias empresas já conseguem enxergar a importância do planejamento estratégico como forma de organizar processos, controlar metas e facilitar tomadas de decisão.
Porém, o fato é que, ainda assim, há uma grande dificuldade em se colocar em prática o que de fato foi planejado. A revista Fortune, após uma pesquisa com consultores, publicou que menos de 10% das estratégias são executadas com sucesso nas empresas.
Para o diretor da consultoria FBDE Nexion, Denis Mello, essa dificuldade acontece porque grande parte das empresas não se prepara culturalmente para a execução do PE. “Elas se esquecem da principal fase, a que precede a implantação. É nesse momento que a empresa deve conceituar o planejamento desde a diretoria até as bases, para que todos saibam qual é o papel de cada um nesse processo.”
Promover ações como reuniões e workshops ajuda a integrar as equipes em prol de objetivos comuns do planejamento estratégico. E nessa hora, ter uma comunicação interna competente, que ajude na disseminação das informações, ajuda muito. “Porém, quando ações como estas não ocorrem, cada área passa a tratar o PE como uma lista de tarefas, pois não conseguem compreender sua verdadeira dimensão”, afirma o consultor.
Ainda segundo Mello, outro obstáculo encontrado pelas empresas vem da própria elaboração errada do planejamento estratégico. Comumente, o PE é elaborado como um simples plano de metas, sem levar em conta aspectos mais densos da organização. “Um bom planejamento deve ser um documento objetivo e profundo, que transporte o pensamento da empresa e de seus acionistas. Além disso, ele deve estar permanentemente em cima da mesa de cada um, e ser utilizado como principal ferramenta de trabalho”, conclui.
Segundo aponta o livro de Henry Mintzberg, Ascensão e Queda do Planejamento Estratégico (2008), durante a fase de elaboração do PE, “se os formuladores ficarem mais perto de sua implementação (o que é típico dos empresários), ou se os implementadores tiverem mais influência sobre a formulação, talvez possa haver sucessos maiores na formulação de estratégia.”.
Além disso, outro ponto fundamental na hora de tirar o planejamento estratégico do papel é a disciplina com que cada integrante da equipe irá encará-lo. Não adianta ter o documento pronto, se ele não for realmente absorvido no dia a dia da empresa.
Porém, isso não significa que as estratégias devam ser “engessadas”, inflexíveis às mudanças. Como já disse, em um artigo, Alexandre Freire, “ater-se ao planejado não significa fechar os olhos às mudanças que acontecem no macro-ambiente. Ajustar o plano às alterações políticas, econômicas, tecnológicas e sociais é um pré-requisito para o sucesso da execução.”.
Porém, não são fáceis as tarefas de fortalecer a integração entre as equipes, disseminar informações e promover disciplina quando a empresa não possui líderes com conhecimento suficiente para tanto.
Como mostra o livro de Larry Bossidy e Ram Charam, “Execução” (2006), o nível de conhecimento de um líder para saber repassar a visão estratégica da empresa aos seus liderados e colocar o planejamento em prática é essencial  e pode até mesmo se tornar um diferencial competitivo da empresa. “Qualquer líder de negócios, em qualquer empresa ou qualquer nível, precisa dominar a disciplina da execução. Se você colocá-la em prática em sua empresa, saberá que está produzindo melhores resultados.”.
A preocupação em se colocar a gestão de pessoas até mesmo na frente da gestão financeira é algo que vem tomando forma aos poucos nas empresas nacionais, segundo o professor do PROCED (Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento da FIA), Antonio Paulo Lage Terassovich. “O maior erro que uma empresa pode cometer, por exemplo, é dar aumento para um funcionário que está insatisfeito no trabalho. É como dar água do mar para quem está com sede. Na verdade, é preciso aprender a lidar com o lado humano daquele trabalhador”, afirma.
O professor ainda lista quais são os três itens fundamentais, segundo ele, para que a execução de um planejamento estratégico aconteça com sucesso:
Pessoas: “um dos passos é entender a cultura da empresa e estabelecer a equipe necessária para a implementação. Por exemplo, uma empresa de marketing, mais dinâmica, requer profissionais com perfil diferente daqueles profissionais que trabalham em uma indústria de cimento, com processos de trabalho mais calmos.”.
Processo: “para sair do estágio em  que está para o estágio futuro, toda estratégia deve ter metas e estas metas necessitam de prazos e de um responsável pela sua execução.”.
Tecnologia: “é preciso investir em recursos tecnológicos que atendam a demanda de diferentes áreas da empresa, como tecnologias de gestão financeira, de pessoas e de marketing. Assim, todas as equipes poderão andar no ritmo exigido pelo planejamento.”.
Fonte: Editorial Gestão – HSM Online.
Opinião do blogueiro:
O 2º semestre é o momento propício para se desenvolver o planejamento estratégico de uma empresa. Trabalha-se a visão para três, cinco ou dez anos, mas se desenvolve um planejamento detalhado para que seja EXECUTADO durante o próximo ano: com metas, prazos e responsáveis bem definidos.
Sugiro a leitura dos artigos:
Se você deseja realizar um planejamento estratégico primoroso em sua empresa, com o envolvimento de todos os setores e o suporte necessário para o acompanhamento da execução – através de análises críticas sistemáticas – convido-o(a) a conhecer mais o trabalho que desenvolvo. Navegue neste blog, leia os depoimentos dos clientes e entre em contato. Terei o mais prazer em conversar com você.
Albírio Gonçalves.
 


sábado, 18 de maio de 2013

Tecnologia e Negócios moldam um novo profissional para o mercado: O Analista de Processos


Tecnologia e Negócios moldam um novo profissional para o mercado: O Analista de ProcessosNesta entrevista Paula Pazzanese descreve as principais habilidades e atribuições do analista de processos, e como profissionais de tecnologia podem fazer a transição para esta carreira promissora.

Author: Venki Tecnologia/quarta-feira, 3 de abril de 2013/Categories: Opiniao
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O mundo dos negócios passa constantemente por grandes transformações, e em função disso, as organizações procuram adaptar-se às novas exigências, demandas e tendências que surgem no mercado, principalmente quando percebem que essas transformações podem render boas oportunidades de evolução e inovação no que diz respeito à gestão dos negócios.
É apostando nessas oportunidades que o mercado apresenta ao mundo dos negócios o Analista de Processos, um profissional capaz de gerir os negócios de uma organização e fazer valer sua estratégia corporativa, aliando a tecnologia aos seus processos de negócio.
Segundo Paula Pazzanese, Analista de Processos do Grupo Embrasil, a função deste novo profissional é justamente trabalhar a implantação de uma ferramenta BPM de gestão e buscar a melhoria continua dos processos de negócio da organização. “O analista de processos é responsável por levantar os processos de uma empresa, modelá-los e documentá-los e, depois desses procedimentos, monitorar esses processos e identificar possíveis evoluções e correções. Este profissional deve ter visão holística, ser comunicativo e detalhista”, explica Paula.
As principais atribuições deste profissional destacadas pela Analista de Processos são:
Paula que já havia trabalhado como Analista de Sistemas conta que esta outra formação colaborou para que ela desenvolvesse uma visão de processos, mesmo sem trabalhar diretamente com eles. “Como Analista de Sistemas, trabalhei com análise, desenvolvimento, implantação, treinamento, testes e documentação e em todos os trabalhos executados sempre tive uma visão muito clara do fluxo da informação, da importância das decisões para a definição dos fluxos e da necessidade de responsáveis em cada atividade. Ou seja, sempre tive visão de processos mesmo trabalhando com análise de sistemas”.
A Analista conta ainda que buscou a oportunidade de transição de um cargo para o outro por meio de qualificação profissional e de oportunidades no mercado. “Quando decidi que queria fazer a transição de cargo, procurei um curso para adquirir conhecimento teórico sobre processos de negócios e aprender a metodologia para trabalhar com processos. Tentei mudar de área na empresa em que trabalhava na época que tem uma área de processos, mas não consegui. Então fui procurar oportunidades em outras empresas para trabalhar com análise de processos ou de negócios e tive sucesso”, comenta.
Ela afirma que este novo profissional tem futuro certo no mercado. “O futuro desse profissional é certo, uma vez que as empresas estão reconhecendo a necessidade de ter uma área para “cuidar” dos seus processos. As grandes empresas já adotaram esse trabalho e já estão colhendo bons frutos servindo como exemplo para que as pequenas e médias empresas também tenham interesse no trabalho deste profissional”, finaliza.