domingo, 7 de dezembro de 2014

Chespirito - o pequeno Shakespare


Morreu na última sexta-feira (28) aos 85 anos, Roberto Gómez Bolaños, difícil relatar ao certo todas as ocupações do famoso intérprete e criador de Chaves e Chapolin Colorado, mas vamos lá: ator, escritor, comediante, dramaturgo, compositor, diretor de televisão e roteirista, sim Bolaños trabalhou e muito antes de se tornar um fenômeno em audiência que conquista o público de vários países até hoje.
Conhecido como Chespirito (pequeno Shakespeare) devido a sua genialidade e potencial para escrita, Bolaños trabalhou duro antes de obter reconhecimento, e sua trajetória não era enxergada como dura, afinal ele sempre ressaltou que a sua obra era conjunto de diversos aprendizados, ou seja, foi preciso passar por quase todas as áreas do entretenimento para criar com mais eficácia e propriedade.
Olhando a trajetória de Bolaños e comparando com a carreira sonhada por profissionais da atualidade, chegamos a um cenário onde profissionais entram no mercado de trabalho e anseiam por crescimento cada vez mais rápido, promoções, bonificações, enfim, um caminho construído a passos largos.
Estes profissionais se esquecem que junto a grandes passos vem responsabilidades maiores e demandas que só podem ser atendidas por meio de muita experiência. E Roberto Bolaños é um grande exemplo de que a carreira é uma escada em que se deve subir cada degrau com maestria, afinal, ele obteve seu tão desejado sucesso, mas veio após ter grande conhecimento sobre o universo em que atuava.

Bons trabalhos são eternos!

Outra ótima lição que Roberto Bolaños deixou que é coerente com o mundo profissional é: bons projetos não são datáveis. O humorístico Chaves, que é o programa de Bolaños mais conhecido no Brasil, deixou de ser gravado em 1992, há mais de vinte anos. No entanto, o programa faz sucesso até hoje, com isso, pode-se afirmar que um trabalho bem realizado pode render frutos por tempo indeterminado.
Acreditar em si mesmo, enxergar possibilidades e oportunidades onde ninguém mais vê nada também é uma lição que Chespirito deixou e que deve ser aproveitada. “A primeira vez que interpretei Chapolin Colorado tinha 41 anos e depois com Chaves tinha 42. Nunca é tarde para começar. E quero dizer isso especialmente para as pessoas que dizem que não têm oportunidades. Oportunidades SEMPRE existem.” – Roberto Gómez Bolaños.


Fonte: Chespirito: uma lição para qualquer carreira | Portal Carreira & Sucesso

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

7 dicas de organização no trabalho



Quem nunca se viu perdido em meio a tantos papéis, canetas, documentos, lembretes, ligações, agenda cheia, compromissos e mais compromissos? A rotina às vezes pode deixar a desorganização tomar conta do ambiente de trabalho tornando-o improdutivo, além de deixar má impressão.
A organização pode ser uma aliada para o profissional que deseja se destacar, segundo Eliete Teixeira Consultora de Organização e Professional Organizer, ser organizado pode ser um diferencial até para promoções: “Pessoas organizadas são promovidas com mais frequência, pois são em sua maioria menos estressadas, mais produtivas e objetivas”.
Eliete também salienta que pessoas organizadas tendem a ser ótimos parceiros em uma equipe, pois este tipo de profissional otimiza a execução de tarefas e trata de prazos e distribuição de atividades com maestria. Ao contrário dos desorganizados que normalmente possuem dificuldade para achar uma caneta.
A consultora de organização comenta sobre algumas dicas que são essenciais para profissionais que desejam ser mais organizados.

Confira:

1- Para começar o importante é ter critério e não apenas manter arrumado. Elabore um sistema para documentos e objetos, assim saberá onde procurar quando precisar, este sistema fará parte de uma atividade rotineira. Mudar hábitos faz parte da organização.
2- Leve seus hábitos para todos os lugares, pessoas que são organizadas tem o costume de aplicar este método em qualquer ambiente, seja em casa ou no trabalho.
3- Entenda que ser organizado implica em mudança de hábito, atitude comportamental. A organização dá espaço a criatividade e benefícios.
4- Descartar o que não é mais necessário também é importante. Veja se outros colegas necessitam ou se é para jogar no lixo mesmo.
5- Organize a papelada por assunto e monte um arquivo. (defina um dia da semana para  fazer a manutenção deste arquivo).
6- Monte uma agenda de tarefas e compromissos.
7- Faça checklist de suas tarefas. Defina o que é prioridade.

  
Autor: Roni Silva

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão - SAGS

 
Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão em Livramento, RS, utilizando o SAGS, do PGQP, oportunizando que os empresários avaliem o nível de maturidade da gestão e identifiquem oportunidades de crescimento e desenvolvimento dos negócios. Evento gratuito!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Organogramas: como e por que usar?



Os organogramas são gráficos organizacionais que servem para demonstrar informações com muito ou pouco detalhe, isso vai depender do objetivo do mesmo. O motivo de eu falar desse assunto é justamente porque ele não é discutido e isso faz com que não se veja a importância dos seus critérios para atingir os objetivos.

Há 4 tipos de organograma hierárquico: clássico, em barras, circular, em setores ou setograma, radial ou solar. Nesse primeiro artigo falarei do organograma clássico que é o tipo mais comum nas empresas e pode ser feito em 4 tipos de desdobramentos: Horizontal, Vertical, em Lambda e Bandeira, conforme as figuras abaixo.


Horizontal
Ele é muito comum nas empresas, geralmente é o primeiro que a gente pensa quando falamos de organograma, ele expande as funções e hierarquias horizontalmente. Se observar bem, no lado esquerdo tem um quadrinho que está com o contorno tracejado, essa representação é usada quando um departamento está em fase de implantação.

Vertical
Também muito utilizado, esse organograma se expande verticalmente. Interessante lembrar que os quadros e linhas devem obedecer um padrão para não criar dúvidas ao observador, por exemplo, se fizéssemos na coluna do meio o ultimo quadrinho do lado esquerdo do penúltimo quadrinho, o observador poderia se perguntar: “por que só esse está diferente?”. O objetivo do organograma é ser claro, então não misture os tipos, use um só e siga como padrão para seu desenho.
Bandeira
Muito parecido com o organograma Horizontal, o bandeira tem o traço grudado com o quadro, assim parecendo uma bandeira, conforme na figura acima.
Lambda
O desdobramento Lambda também pode ser utilizado de acordo com a decisão do profissional que estará guiando esse projeto.
Obviamente estes tipos de design de organograma devem ser considerados de acordo com a disposição que fique mais clara e também com o espaço disponível para a divulgação, mas antes de qualquer coisa, para elaborar qualquer tipo de organograma você deverá:
Ser claro: nas indicações, títulos
Ser simples: represente o essencial
Ser preciso: deve ser real e atual
Tomar cuidado com o design: um traço mal feito ou uma falta de padrão pode trazer uma interpretação errônea.
Vantagens do Organograma
1.    Ele permite visualizar quem é quem na estrutura organizacional, ou seja, essa constatação de quais cargos, ou funções estão ligadas e quais as suas subordinações.
2.    Possibilita melhor compreensão dos fluxos de autoridade, relacionamentos formais tanto em relação a hierarquias quando a funções.
3.    Quando combinado (ou seja, usado como complemento) com documentações como descrição de cargos, ele pode facilitar a visualização da empresa utilizando as pessoas de forma estratégica dentro da organização.
No geral, seja para representar departamentos, funções ou pessoas,  cuide para que seu organograma esteja atingindo o objetivo dele sendo claro e simples de entender, mas não devemos esquecer que um organograma não atualizado não serve para nada. Estarei falando mais sobre as ferramentas de organizações, sistemas e métodos por aqui, fique ligado!
Autor(es): Monise Carla Bueno

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Veja qual é o custo da qualidade e da falta de qualidade.

 
Custo de um sistema de qualidade X custo da falta de qualidade.

Este vídeo mostra o quanto a falta de qualidade pode gerar prejuízos financeiros e não financeiros para a sociedade. Os exemplos são conhecidos, e os prejuízos também. Uma falha pode gerar prejuízos incalculáveis. Vale a pena esta reflexão.