sábado, 31 de agosto de 2013

Implantação 3º S – Seiso – Senso de Limpeza


CONCEITO: “manter um ambiente limpo, eliminando as causas da sujeira e aprendendo a não sujar”.

“O ambiente faz a gente.”

o    Identificar as fontes de sujidade, pontos difíceis de limpar, materiais danificados e soluções que poderemos ter no nosso ambiente de trabalho.

o    Identificar quais as causas que produzem estas situações.

o    Tratar de procurar uma solução que elimine, isole ou diminua estas causas.

o    Aplicar essas soluções.

o    Avaliar se são as soluções adequadas. No caso de se verificar que não são, reavaliar, analisar, procurar uma nova solução para melhorar a situação. Aplicar e avaliar novamente.

o    Retirar objetos pessoais do seu local de trabalho. Ex.: Porta retrato, bonequinhos, orações, identificações religiosas, plano de fundo do computador com fotos pessoais, porta celular de mesa.

o    Fazer cumprir as normas de utilização da copa.

DICAS:

o    Sempre limpar os equipamentos após o seu uso.

o    Meio limpo não existe.

o    Aprender a não sujar e eliminar as causas da sujeira.

o    Definir responsáveis pelas áreas.

o    Manter os equipamentos, ferramentas, etc., sempre na melhor condição de uso possível.

o    Limpar o local de trabalho, dando atenção para os cantos e para cima, pois ali se acumula muita sujeira.

o    Limpar mesas, prateleiras, luminárias, varrer pisos, áreas, etc.

o    Cada um é responsável pela limpeza de sua área, postos de trabalho ou sala e, de si MESMO.

BENEFÍCIOS:

o    Bem estar quanto à saúde física e mental;

o    Melhoria de imagem interna e externa do ambiente

o    Melhoria e preservação dos equipamentos.

o    Eliminação das causas de sujeira.

o    Eliminação de desperdícios

o    Ambiente mais agradável e sadio.

sábado, 24 de agosto de 2013

Implantação 2º S – Seiton – Senso da Ordenação.

 
Senso ordenação
 
CONCEITO: “um lugar para cada coisa, cada coisa no seu lugar”.
“Encontrar rapidamente o que precisa.”
  • O primeiro passo é definir um lugar para as coisas.
  • O segundo passo é como guardar as coisas.
  • O terceiro passo é obedecer às regras.
  • Cada coisa tem que ter nome. Dê nome a tudo! Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Nenhum item sem lugar definido. Mesmo que alguém esteja usando o item. Assim fica mais fácil de localizar as coisas. Devemos usar muito as etiquetas em tudo que há no local de trabalho: nas pastas, nos armários, nas ferramentas e materiais que utilizamos no dia a dia.
DICAS:
PARA ORGANIZAR SUAS GAVETAS:
  • Reorganize itens, colocando os que forem afins juntos;
  • Limite seus itens pessoais em uma gaveta (de preferência a última);
  • Coloque qualquer trabalho a fazer na superfície de sua mesa para processamento imediato;
  •  Leve suas “tralhas” em excesso para casa;
  • Apenas itens de uso frequente devem ficar próximos a sua carteira de trabalho.
PARA ORGANIZAR SUA MESA:
  • A frequência de uso é a chave para a localização, pense em sua mesa inteira como “espaço principal”. Tudo que fique perto, deve valer a pena, o que significa usá-los com frequência. Comece pelas gavetas, colocando-as em ordem, agrupando, jogando fora e redistribuindo itens. Isso significa que se deve limitar os itens pessoais a uma gaveta;
  • O objetivo não é uma mesa perfeita o tempo todo. Em vez disso, é a capacidade de encontrar coisas quando precisa delas e ter sempre um local de trabalho limpo. Deve-se processar tudo o que estiver em sua mesa, colocando cada coisa em seu local apropriado com rapidez e facilidade;
  • Se tiver uma caixa (escaninho) de saída, limpe-a pelo menos uma vez ao dia;
IDENTIFICAÇÃO:
Todas as identificações deverão seguir um padrão para os armários, gavetas, manuais, objetos sobre a mesa, pastas, etc.
RELEMBRANDO…
Limpe sua mesa no final de cada dia;
Seja seletivo sobre o que manter;
Jogue coisas fora,
Arquive rapidamente.
 
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Implantação 1º S – Seiri – Senso da Utilização.

 
CONCEITO: “separar o útil do inútil, eliminando o desnecessário”.


“Cada pessoa deve saber diferenciar o útil do inútil”.
“Só o que tem utilidade imediata deve estar na área de trabalho”.
“Somente a quantidade certa deve estar disponível”. 
  • Identificar os itens e materiais necessários e desnecessários de cada posto de trabalho. Manter no setor apenas o que realmente precisa e usa.
  • Verificar se os equipamentos, ferramentas e materiais estão em bom funcionamento.
  • A quantidade de suprimentos no setor é mesmo necessária ou podemos ter apenas um “estoque” mínimo de suprimentos.
  • Existem papéis, dados, informações desnecessários nos locais de trabalho?
  • Tudo o que for desnecessário para o setor deve ser colocado a disposição ou jogado no lixo.
  • Relacionar todos os materiais necessários adquirir (comprar) para organização do setor.
 AÇÕES NECESSÁRIAS:
  • Retirar todos os tipos de papéis e colagens das paredes.
  • Calendários, preferir os de mesa.
  • Checar o que realmente é usado no seu porta trecos.
  • Descartar relatórios e informações desatualizadas. Inclusive pedaços de papel com telefones ou recados antigos.
  • Descartar pastas com informações desnecessárias.
  • Descartar agendas antigas.
  • Retirar objetos pessoais de seu local de trabalho.
  • Identificar e relacionar reparos necessários nas instalações elétricas, hidráulicas, móveis e eletrônicos.
  • Apontar melhorias para o setor.
 O quadro a seguir ajudará na classificação do útil e do inútil:
 
Senso da Utilização
Dica: Crie um formulário BALANÇO DOS DESCARTADOS  para apresentar o “ balanço”  dos materiais descartados.

Fonte: adaptado de: http://gestalksaude.wordpress.com/2013/07/28/187/?goback=%2Egde_3449167_member_261371074

terça-feira, 9 de julho de 2013

Reunião de Sensibilização e Avaliação da Gestão

 
No próximo dia 12 o Comitê da Qualidade do PGQP de Livramento, em parceria com a Unimed, estará realizando a reunião de sensibilização e avaliação da gestão. Será realizado um diagnóstico empresarial gratuito utilizando o instrumento simplificado do PGGQ, o SAGS.
O público alvo são os empresários.
Disseminem esta notícia, pois o primeiro passo para implantar um sistema de gestão é a realização do diagnóstico.
Abraços e boa semana.
Evilasio Luveriaga
 

domingo, 7 de julho de 2013

O jovem líder e suas 7 provas de fogo


 
Vinte e cinco anos e já precisando liderar uma equipe de gente mais jovem e outros mais velhos . E agora? O final da geração Y, antecedendo os millennials, que já estão chegando; são lançados na arena dos líderes cedo demais. A insegurança, a incerteza do diálogo consigo mesmo agrava a possibilidade de ter um olhar para o outro. Já existe o desafio da competência da profissão em si, e adicionalmente a terrível prova de realizar em equipe.
Estamos condenados a fazer juntos. Os jovens se declaram, em torno de 1/3, como trabalhando não engajados; 1/3 diz não conversar com os amigos sobre a empresa onde trabalha. Entretanto 66% dos jovens esperam que seus líderes sejam influentes, que os desenvolvam e os orientem. Brava missão para a falta de experiência de um jovem lançado nas arenas das lideranças, e na maioria das vezes carentes de outros mentores na hierarquia. O que tenho observado no convívio com os jovens nos MBA’s e programas de pós-graduação, e no dia a dia das empresas onde convivo, me permitem apresentar 7 temas, 7 verdadeiras provas de fogo para um jovem líder jovem:

1) Jamais deixe de ser jovem. A neotonia, expressão saída da biologia , é o termo utilizado para oferecer a principal característica dos grandes líderes: são jovens e jamais perdem a jovialidade. A primeira prova será, exatamente, a de lutar contra a sisudez, a arrogância e o perigo de ser dominado pela possível “chatice precoce” dos que acham que liderar é abandonar suas crianças interiores.

2) Não sabemos tudo, e quanto mais sabemos mais vamos descobrir que pouco sabemos. A segunda prova de fogo do jovem líder jovem é a de achar que a única forma de liderar seria a de não deixar qualquer impressão de que ele tem diversas áreas que não domina. Assuma o que não sabe e assuma o que sabe. E se você já tiver superado a prova de fogo Nº 1, estará sempre pronto para aprender.

3) Uma grande prova de fogo, a terceira, é permitir não se iludir, achando que o líder existe para “servir” pessoas . Um engano. O líder existe para realizar ao lado das pessoas, aquilo que as pessoas precisam fazer.

4) Tenha sempre a carta da missão, visão, valores e princípios nas mãos, ou na cabeça, idealmente. Em qualquer dúvida, e ela sempre virá, corra para o documento que oferece os “ valores” formais da sua organização. Fuja da 4ª prova de fogo, a de colocar o seu ego acima da missão, visão, valores e princípios da corporação.

5) Recorra às métricas, para escapar da 5ª prova de fogo: liderar somente com pessoas de quem você gosta, e eliminar os que você não gosta. As métricas e os indicadores devem sempre falar mais alto, na gestão de uma equipe. Olhando através da ética das métricas e dos “valores”, você irá aprender a liderar para o bem da causa que representa, e não para a sua zona de conforto pessoal.

6) Não seja vítima da sensação de preconceitos do tipo: “meus funcionários mais velhos não me respeitam”, ou então “meus funcionários da mesma idade vivem competindo comigo”. Os maiores preconceitos que precisamos enfrentar não são aqueles que estão do lado de fora das nossas vidas, e sim aqueles que nascem do nosso próprio interior. Faça um pacto de preconceitos zero.

7) E, por último, mas jamais como último, retorne ao primeiro. Lute sempre para que sua criança interior esteja presente em tudo o que você faz, e desenvolva o prazer de aprender a aprender, sozinho e principalmente em equipe. Ao final de tudo, os amigos que construirmos nos ambientes corporativos, serão de imensa recompensa ao longo do tempo, formando uma legítima rede de relacionamentos acima de qualquer superficialidade.
E, além de tudo isso, olhe ao redor e decida você, escolha o seu mentor. Somos o resultado dos relacionamentos que escolhemos e cultivamos ao longo das experiências.

 

 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Planejamento Estratégico: do papel para a prática

O que pode ter dado errado quando o planejamento estratégico não sai do papel?


Pesquisas de mercado, definição de missão, valores, objetivos, análise SWOT. Todas as etapas para elaboração do planejamento estratégico da empresa foram seguidas à risca, mas agora, um ano depois, se percebe que as mudanças ali previstas continuam somente no papel. Mas, o que deu errado? Grandes e até mesmo médias empresas já conseguem enxergar a importância do planejamento estratégico como forma de organizar processos, controlar metas e facilitar tomadas de decisão.
Porém, o fato é que, ainda assim, há uma grande dificuldade em se colocar em prática o que de fato foi planejado. A revista Fortune, após uma pesquisa com consultores, publicou que menos de 10% das estratégias são executadas com sucesso nas empresas.
Para o diretor da consultoria FBDE Nexion, Denis Mello, essa dificuldade acontece porque grande parte das empresas não se prepara culturalmente para a execução do PE. “Elas se esquecem da principal fase, a que precede a implantação. É nesse momento que a empresa deve conceituar o planejamento desde a diretoria até as bases, para que todos saibam qual é o papel de cada um nesse processo.”
Promover ações como reuniões e workshops ajuda a integrar as equipes em prol de objetivos comuns do planejamento estratégico. E nessa hora, ter uma comunicação interna competente, que ajude na disseminação das informações, ajuda muito. “Porém, quando ações como estas não ocorrem, cada área passa a tratar o PE como uma lista de tarefas, pois não conseguem compreender sua verdadeira dimensão”, afirma o consultor.
Ainda segundo Mello, outro obstáculo encontrado pelas empresas vem da própria elaboração errada do planejamento estratégico. Comumente, o PE é elaborado como um simples plano de metas, sem levar em conta aspectos mais densos da organização. “Um bom planejamento deve ser um documento objetivo e profundo, que transporte o pensamento da empresa e de seus acionistas. Além disso, ele deve estar permanentemente em cima da mesa de cada um, e ser utilizado como principal ferramenta de trabalho”, conclui.
Segundo aponta o livro de Henry Mintzberg, Ascensão e Queda do Planejamento Estratégico (2008), durante a fase de elaboração do PE, “se os formuladores ficarem mais perto de sua implementação (o que é típico dos empresários), ou se os implementadores tiverem mais influência sobre a formulação, talvez possa haver sucessos maiores na formulação de estratégia.”.
Além disso, outro ponto fundamental na hora de tirar o planejamento estratégico do papel é a disciplina com que cada integrante da equipe irá encará-lo. Não adianta ter o documento pronto, se ele não for realmente absorvido no dia a dia da empresa.
Porém, isso não significa que as estratégias devam ser “engessadas”, inflexíveis às mudanças. Como já disse, em um artigo, Alexandre Freire, “ater-se ao planejado não significa fechar os olhos às mudanças que acontecem no macro-ambiente. Ajustar o plano às alterações políticas, econômicas, tecnológicas e sociais é um pré-requisito para o sucesso da execução.”.
Porém, não são fáceis as tarefas de fortalecer a integração entre as equipes, disseminar informações e promover disciplina quando a empresa não possui líderes com conhecimento suficiente para tanto.
Como mostra o livro de Larry Bossidy e Ram Charam, “Execução” (2006), o nível de conhecimento de um líder para saber repassar a visão estratégica da empresa aos seus liderados e colocar o planejamento em prática é essencial  e pode até mesmo se tornar um diferencial competitivo da empresa. “Qualquer líder de negócios, em qualquer empresa ou qualquer nível, precisa dominar a disciplina da execução. Se você colocá-la em prática em sua empresa, saberá que está produzindo melhores resultados.”.
A preocupação em se colocar a gestão de pessoas até mesmo na frente da gestão financeira é algo que vem tomando forma aos poucos nas empresas nacionais, segundo o professor do PROCED (Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento da FIA), Antonio Paulo Lage Terassovich. “O maior erro que uma empresa pode cometer, por exemplo, é dar aumento para um funcionário que está insatisfeito no trabalho. É como dar água do mar para quem está com sede. Na verdade, é preciso aprender a lidar com o lado humano daquele trabalhador”, afirma.
O professor ainda lista quais são os três itens fundamentais, segundo ele, para que a execução de um planejamento estratégico aconteça com sucesso:
Pessoas: “um dos passos é entender a cultura da empresa e estabelecer a equipe necessária para a implementação. Por exemplo, uma empresa de marketing, mais dinâmica, requer profissionais com perfil diferente daqueles profissionais que trabalham em uma indústria de cimento, com processos de trabalho mais calmos.”.
Processo: “para sair do estágio em  que está para o estágio futuro, toda estratégia deve ter metas e estas metas necessitam de prazos e de um responsável pela sua execução.”.
Tecnologia: “é preciso investir em recursos tecnológicos que atendam a demanda de diferentes áreas da empresa, como tecnologias de gestão financeira, de pessoas e de marketing. Assim, todas as equipes poderão andar no ritmo exigido pelo planejamento.”.
Fonte: Editorial Gestão – HSM Online.
Opinião do blogueiro:
O 2º semestre é o momento propício para se desenvolver o planejamento estratégico de uma empresa. Trabalha-se a visão para três, cinco ou dez anos, mas se desenvolve um planejamento detalhado para que seja EXECUTADO durante o próximo ano: com metas, prazos e responsáveis bem definidos.
Sugiro a leitura dos artigos:
Se você deseja realizar um planejamento estratégico primoroso em sua empresa, com o envolvimento de todos os setores e o suporte necessário para o acompanhamento da execução – através de análises críticas sistemáticas – convido-o(a) a conhecer mais o trabalho que desenvolvo. Navegue neste blog, leia os depoimentos dos clientes e entre em contato. Terei o mais prazer em conversar com você.
Albírio Gonçalves.